Na rotina do dia dia
Tento manter a sanidade
Caminhando pelas ruas
Desse mundo de maldades
Tudo poderia ser mais simples
A felicidade está em extinção
Ainda continuo flutuando
Nos limites da razão
Pensei ter reencontrado o amor
Colocado um fim no sofrimento
Queria estar contigo
Em todos os momentos
Mas a nossa realidade
É dura e cruel
Me sinto sempre sozinho
Encenando um triste papel
A máscara está dilacerada
Já não consigo suportar
Fingir pra todos que estou bem
Fingir que quero continuar
Ass: Flipper
sábado, 29 de julho de 2017
Fila de Banco
Toda aquela gente
Querendo solução
Muitos conversando
Pela mesma razão
Pegue uma senha
E fique esperto
Sente na cadeira
Acompanhe de perto
Quando na janela
Uma ilustre cortina
Aqueles funcionários
Na mesma rotina
Saiba esperar
Com paciência
Tenha pelo menos
Um pingo de decência
Ass: Flipper
Querendo solução
Muitos conversando
Pela mesma razão
Pegue uma senha
E fique esperto
Sente na cadeira
Acompanhe de perto
Quando na janela
Uma ilustre cortina
Aqueles funcionários
Na mesma rotina
Saiba esperar
Com paciência
Tenha pelo menos
Um pingo de decência
Ass: Flipper
quinta-feira, 27 de julho de 2017
Efêmero
O dia está indisposto;
Mas ele ri abertamente.
É tão feliz, tão inocente.
Pulando em água sozinho;
Gotas de chuva em seu rosto;
Sempre com teu riso exposto;
Brinca e segura o carrinho,
Que vai seguindo o caminho
Por entre a poça corrente.
É tão feliz, tão inocente.
Ele cintila igual chama;
Vai colorindo o incolor.
Transforma frio em calor.
Fica brincando na grama;
Mesmo coberto de lama,
O teu olhar é tão contente.
É tão feliz, tão inocente.
Ass: Wally
Mas ele ri abertamente.
É tão feliz, tão inocente.
Pulando em água sozinho;
Gotas de chuva em seu rosto;
Sempre com teu riso exposto;
Brinca e segura o carrinho,
Que vai seguindo o caminho
Por entre a poça corrente.
É tão feliz, tão inocente.
Ele cintila igual chama;
Vai colorindo o incolor.
Transforma frio em calor.
Fica brincando na grama;
Mesmo coberto de lama,
O teu olhar é tão contente.
É tão feliz, tão inocente.
Ass: Wally
terça-feira, 25 de julho de 2017
Som de Vidro
O silêncio provoca a minha mente,
Paralisada em choque aconchegante;
Sentindo a eternidade de um instante,
Preso, sangrando meu pranto silente.
Encarando este espelho em minha frente
Refletir uma imagem deturpante.
Esperando meu espírito vagante
Retornar para o meu corpo dormente.
Aguardando o reflexo ser caçado;
Espero o predador virar a presa.
Mas ele fica ali. Firme. Içado.
Esperando esta imagem reacesa.
Aguardo o som de vidro estilhaçado.
Mas ela fica ali. Firme. Ilesa.
Ass: Wally
Paralisada em choque aconchegante;
Sentindo a eternidade de um instante,
Preso, sangrando meu pranto silente.
Encarando este espelho em minha frente
Refletir uma imagem deturpante.
Esperando meu espírito vagante
Retornar para o meu corpo dormente.
Aguardando o reflexo ser caçado;
Espero o predador virar a presa.
Mas ele fica ali. Firme. Içado.
Esperando esta imagem reacesa.
Aguardo o som de vidro estilhaçado.
Mas ela fica ali. Firme. Ilesa.
Ass: Wally
terça-feira, 11 de julho de 2017
Lembranças Esquecidas
Fastio nos envolve em seus abraços,
Papai range seus dentes no escritório;
Mamãe lastima sempre que sorri.
Já eu traço o destino nos meus braços,
Que jorram um vermelho vexatório,
Mar de sonhos perdidos em rubi.
Ria, irmãzinha, alegre vossos traços!
Perca-se neste mundo delusório,
De ficções apagadas por aqui.
Rasgadas e deixadas em pedaços,
E depois despejadas no mictório,
Esquecidas lembranças que vivi.
Ass: Wally
Papai range seus dentes no escritório;
Mamãe lastima sempre que sorri.
Já eu traço o destino nos meus braços,
Que jorram um vermelho vexatório,
Mar de sonhos perdidos em rubi.
Ria, irmãzinha, alegre vossos traços!
Perca-se neste mundo delusório,
De ficções apagadas por aqui.
Rasgadas e deixadas em pedaços,
E depois despejadas no mictório,
Esquecidas lembranças que vivi.
Ass: Wally
domingo, 9 de julho de 2017
A Notícia Mais Triste do Ano
Mais cedo com Deus eu falei e acabei
confessando, falei que era forte e de dentro e eu não tava
já mais suportando, não entro no blog há um tempo,
nem faço poema eu to me aguentando, fazendo o certo eu
estou e a pergunta que cabe é até quando?
Em fim expliquei sem censura e Ele entendeu o que
estava passando, depois eu saí pra comer e sentei neste banco
da praça na noite mais fria do ano, Deus me ouviu e parece que
até por justiça me deu a notícia mais triste do ano, foi como se eu
fosse o cachorro e o próprio Shawlim estivesse no fim me matando
ao som de Luiz Lins que tocava a "Música Mais Triste do Ano".
Ass: Chaves
Ass: Chaves
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