Encômio humilde a ti, mamãe ciosa;
Amor da minha vida, minha rosa;
Jucundo o meu jardim, o seu recanto.
Dedico, então, feliz, mamãe donosa,
Um hino à sua efígie que amo tanto:
A flor que aqui cultivo, um lume eu planto,
Que adita e canta assaz, melíflua prosa,
Que emite régia luz e doce olor.
Pedi a Virgílio e Dante um belo verso
Que a ti fizesse jus, airosa flor,
Mas nunca, alhures, viram tanto emerso
Ingente e guapa rosa e seu fulgor,
Que adorna o seu jardim, sacrário terso.
Ass: Wally