Quando fitava o vasto rosto escuro
Do céu, com seus mil olhos ardentes,
Eram meus guias, aios e docentes,
Mostrando-me a alma e meu futuro.
Ah, mas como sentia-me seguro,
Sob o olhar dos vigias reluzentes,
Que secam minhas lágrimas cadentes.
Mas da chama tornei-me um vil perjuro;
Deixei o mar de infinita escuridão
Apagar estes olhos da esperança.
Choro e rezo, mas nunca me ouvirão.
Inutilmente, enquanto o medo avança,
Mas ainda rezo e espero, e espero em vão;
E choro, choro como uma criança.
Ass: Wally
sábado, 9 de setembro de 2017
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Somos Sempre Sozinhos
O silêncio ensurdecedor
Não me deixa dormir mais
Vejo os passos que trilhei
É impossível voltar atrás
Olho pro céu buscando a solução
A escuridão prevalece
No interior a mais profunda solidão
Não atenderam a minha prece
De madrugada acordo assustado
Já me encontro em desespero
É o preço que se paga
Por ter cometido erros
De repente uma visão do passado
Imagens da minha infância
Me encolho em posição fetal
Em uma triste consonância
Um novo dia se começa
E não há por que se alegrar
Somos sempre sozinhos
Sem motivos para amar
Ass: Flipper
Não me deixa dormir mais
Vejo os passos que trilhei
É impossível voltar atrás
Olho pro céu buscando a solução
A escuridão prevalece
No interior a mais profunda solidão
Não atenderam a minha prece
De madrugada acordo assustado
Já me encontro em desespero
É o preço que se paga
Por ter cometido erros
De repente uma visão do passado
Imagens da minha infância
Me encolho em posição fetal
Em uma triste consonância
Um novo dia se começa
E não há por que se alegrar
Somos sempre sozinhos
Sem motivos para amar
Ass: Flipper
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