Em meio a loiros ramos, brilha o pranto,
Que escorre pela amena face bela,
E irriga aquele ardor que nasce dela,
Raiz de seus sorrisos que amo tanto.
Seguro ela forte lá no canto,
Pedindo aquele beijo bem novela.
Sorrindo, forte, franco o amor por ela;
Gemendo, fraco, só, sem seu recanto.
A pétala, ouro, jóia dela dada,
Da orquídea eterna, minha linda flor,
A mim, por mim ferida, minha amada,
E murcha pelo mal que a fiz transpor.
Desculpe, orquídea doce, tão dourada;
Orquídea airosa, meu perpétuo amor.
Ass: Wally
belíssimo poema. parabéns
ResponderExcluirMuito obrigado, pai. Fico muito feliz que o sr gostou :)
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