sábado, 9 de abril de 2016

-- A Poesia Vermelha --

Quero escrever-te poesia vermelha
Em papel negro, com o meu sangue
Versos que liberem fogo e centelha
da chama vermelha deste ardor

Quero beijar-te dos pés à orelha
e da boca vermelha beber do licor
Que tem palato que mais se assemelha
às frutas vermelhas de mel e frescor

Quero escrever-te poesia escarlate
Eleger nova arte para teu esplendor
Com poesia que me corre nas veias
Rosas vermelhas que pulsam calor

Quero escrever-te em rubras letras
Os versos de fogo do meu interior
Para acalmar as labaredas
As chamas vermelhas do meu amor

O Poeta da Noite 

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